Preserve seu coração, mas deixe o sol entrar

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Durante nossa vida acabamos sofrendo  muitas decepções e por causa delas nos fechamos e não nos permitimos amar novamente. O medo de arriscar se torna maior do que a vontade de viver um intenso romance. Ai que te digo, preserve sim o seu coração, mas deixe o sol entrar.

O que estou querendo dizer com isso é que muitas pessoas confundem o preservar seu coração com  deixar ele trancafiado, sem que ninguém tenha acesso a ele. Será que já paramos pra pensar quantas pessoas incríveis não deixamos  entrar em nossas vidas com medo de sofrer novamente?

Eu sei que o medo é grande e que a insegurança paira sobre os nossos pensamentos. Perguntas como: Será que devo arriscar? Será que vou sofrer novamente? Será que to me iludindo?…, se tornam mais frequentes do que gostaríamos, nos fazendo ficar estagnadas e sem saber o que fazer, presas no passado e com medo do que o futuro nos reserva.

Não estou dizendo para que você abra a porta do seu coração para qualquer um, mas sim que cuide do seu coração como o bem mais precioso que você tem, não permita que venham brincar com ele, antes de buscar amar alguém, ame se em primeiro lugar.

Porém  permita se a amar novamente, abra seu coração para novas experiências, não posso te afirmar que vai ser tudo perfeito, afinal um relacionamento é feito de duas pessoas imperfeitas. Mas não se feche para felicidade, não perca a oportunidade de ser feliz, não importa o que você passou, o teu futuro está sendo escrito a partir das escolhas que você está fazendo hoje.

Portanto para finalizar eu digo: Preserve seu coração, mas permita se  amar, preserve seu coração, mas deixe o sol entrar.

Por julieta : Thays de Oliveira

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Pensando alto: Eles passarão. Eu passarinho!

 

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Parei para contar quantas passagens tive na vida. No início foi fácil. Contei as passagens de ano, quantas vezes disse feliz ano novo, quantos sustos levei com os barulhos dos fogos. Contei as passagens de séries escolares até os períodos da faculdade. Quantas vezes me descabelei ao estudar pra prova de matemática, as noites em claro terminando os trabalhos finais. Contei quantas vezes peguei o trem, o ônibus, o avião. Quantas vezes fiquei espremida em um vagão lotado, mas também, contei as vezes que consegui tirar aquele cochilo na janela do ônibus, aquele cochilo que parece ter durado horas. Então resolvi contar as pessoas, aquelas que passaram, de alguma forma, em minha vida. Algumas foram breves, outras ficaram por mais tempo, algumas estão até agora. Mas essa conta foi a mais difícil. Não porque eu seja popular, que conheça muitas pessoas. O difícil, foi contar quantas marcas elas me deixaram. A dimensão de passar pela vida de alguém, não é a mesma de passar em um vagão de metrô. Tentei, tentei contar as histórias, as experiência, as dores de amar e a alegria do mesmo. Tentei contar os sorrisos e as lágrimas que de mim foram brotadas. Tentei contar a saudade de um amor passado, tentei contar a dor de um amigo que se mudou. Esses números, esses que medem as marcas das pessoas em nós, não os estudei nas aulas de matemática. Nenhum professor me ensinou a fórmula de medir tais sentimentos. Acho que essa conta se aprende sozinho, nas vivências pelo mundo, nas histórias que construímos e nas pessoas que encontramos. E, é essa conta que define quem somos.

Por Julieta: Camila Matias

A arte de aprender

 

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Aprendi a andar e a cair, aprendi a chorar e a sorrir;

Aprendi a dançar e a saltar, Aprendi a ouvir o não e o sim ;

Aprendi com cada erro e tropeço, Aprendi a me reinventar , tropeçar e levantar;

Aprendi a ouvir mais e falar menos, aprendi a sair da caixa e olhar o mundo  adentro;

Aprendi a desapegar, a deixar ir e seguir o meu caminho;

Aprendi que uma linda rosa também tem os seus espinhos;

Aprendi a ser doce, a ser forte e aprendi a lutar;

Aprendi a sonhar e a conquistar os meus sonhos;

Aprendi a perdoar, a arriscar e me aventurar;

Aprendi a amar novamente e a viver intensamente;

Chego a conclusão que sou uma eterna aprendiz;

E de todas as coisas mais fáceis que aprendi, foi a amar você e não conseguir te esquecer

Por julieta : Thays Oliveira

Pensando Alto : Me tornei invisível .

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“Oi, pode me informar as horas” nem me percebeu… Mais um em meio a multidão que simplesmente ignorou minhas palavras. ” Ei! Muda de canal !”, ” posso mudar de canal ?!” . Minha família não percebeu que estou aqui.

Certas circunstâncias da vida nos fazem perdem a voz, sentimos sóis, sozinhos, isolados. Parece que nenhuma atitude que tomarmos, vai dar o resultado que queremos .
O ser humano precisa falar e ser ouvido.

“As vezes perece que sou um E.T invisível,  dentro de uma bolha no meio da multidão.”
“Será que ninguém me ver?”  Em meio essa confusão saiba que Deus é uma único que ver seu externo e principalmente o seu interior.

Momentos como estes são benéficos para diminuir o nosso orgulho. Deus de certa forma está te protegendo, afinal , Ele te ama . Ele sabe o que te aflige, o que te anima. Sabe sua cor preferida,  seus medos ,  sonhos, sabe tudo nos mínimos detalhes.
Não faça as suas obras para mostrar para homens. Mas, sim para o Pai que te criou . Não desista de algo que você tanto sonha porque terceiros não ver o seu esforço, saiba que sempre haverá alguém te observando. E se Deus estiver em silêncio?  Saiba que Ele está trabalhando para comprimir algo precioso em sua vida .

Por Julieta : Karine Martins

Entre versos e estações

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Todos já viveram um amor de verão

Mas eu não quero um amor de verão

Nem de primavera, outuno e muito menos de inverno

Quero um amor que me faça trocar as estações

Quero viver intensamente suas cores e nuances

Quero que seja meu arco iris depois da chuva

Quero que seja como sombra nos dias de verão

Quero que floreça flores no outuno

E que na primavera surja  um buquê feito com as flores caidas no chão

Quero depois do seu beijo olhar para o céu e ver estrelas, mesmo que pareça que vá chover

Quero fugir das regras e obrigatoriedades de um amor comum

Quero muito mais do que tudo isso

Quero ser a razão do seu intenso sorriso

Por Julieta: Thays de Oliveira

Você foi a melhor e a pior coisa que me aconteceu

 

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Estava na dúvida para conseguir definir os momentos que passamos juntos, não posso dizer que foi tudo perfeito, mas também não foi algo que me fizesse não querer ter vivido. Posso dizer que nossa relação pode ser comparada com uma gangorra, com seus altos e baixos, e fazendo uma análise de tudo chego a seguinte conclusão : Você foi a melhor e a pior coisa que aconteceu na minha vida!

Penso como seria minha vida se você não tivesse sentado do meu lado naquela praça no começo da primavera, pareceu tão natural aquele encontro inesperado que me fez sonhar acordada por dias, até que por coincidência nos encontramos novamente. Esse foi o inicio de uma relação intensa. Parecia que o tempo parava quando estávamos juntos, o mundo ganhava mais cor e os passarinhos pareciam ter um canto diferente, tudo era único ao seu lado.

Com o fim da primavera veio o fim para nós também, alias nem sei como isso aconteceu, um final sem despedida, não teve um ‘FIM’, como tem nos finais de novela, que mostra que todas as histórias acabaram, com final feliz ou não. Apenas cada um resolveu seguir seu caminho, seguir em sua própria estrada que não tinha lugar para dois, como você mesmo disse em meio a uma coleção de livros que escutavam em silencio aquela nossa última conversa.

Você foi a melhor e pior coisa que me aconteceu, porquê com você aprendi a colorir o céu em dias nublados, a dançar na chuva mesmo com guarda chuva na bolsa, a rir sem parar com as coisas mais simples, com você descobri  como me levantar depois de cair, de guardar as lágrimas quando dava vontade de chorar, a seguir em frente mesmo quando a minha vontade era de voltar a trás e correr para os seus braços.

Costumo dizer que sou como um livro e você foi um capítulo nele, em que chorei, sorri, fiquei com raiva e principalmente amei, perdidamente, amei.

Por julieta: Thays de Oliveira

Não vivo mais meus medos

 

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Tenho medos guardados em gavetas e trancados em baús, tenho medos tão secretos que às vezes acabo esquecendo que eles existem, somente lembro-me de sua existência quando de repente aparecerem diante de mim.

Mas os piores medos são aqueles dos quais já me acostumei a conviver, os medos não palpáveis que passaram o tempo e acabaram virando algo comum em minha vida. Ah mas o que eu seria sem eles?

Posso arriscar uma palavra, feliz, acho que essa palavra definiria tudo. O medo aprisiona e me fez refém, são ladrões de sonhos e projetos, já não existia mais a paz, a tranquilidade e principalmente a alegria.

Então parei e olhei para dentro de mim, vi que para seguir em frente tinha que deixar o peso dos medos de lado, pois com eles estava difícil caminhar. Foi então que decidi não guarda los em baús, mas joga los no mar, onde as correntezas os levam para longe, onde meus olhos não os alcançam mais.

Vamos, deixe seus medos de lado e olhe para um futuro lindo e brilhante que Deus reservou para você.

Por Julieta: Thays de Oliveira