Séries: Stranger Things

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Gênero: Drama, Fantasia, Suspense

Duração: 60 minutos

Nº de episódios: 8 episódios

Criado por: Matt Duffer, Ross Duffer

Elenco: Winona Ryder, Matthew Modine, Natalia Dyer, Noah Schnapp,  Finn Wolfhard, Millie Brown, Charlie Heaton

 Status: Renovada

Sinopse: Ambientada em Montauk, 1982, a série conta a história de um garoto que desaparece misteriosamente. Enquanto a polícia, a família e os amigos procuram respostas, eles acabam mergulhando em um extraordinário mistério, envolvendo um experimento secreto do governo, forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

 
Pretendo ser o mais suscita o possível para não falar exatamente nada sobre essa história, e ao mesmo tempo conseguir falar tudo. Mais uma vez a Netflix nos surpreende com uma série de tirar o fôlego, e Stranger Things  não apenas nos tira o fôlego, mas também nos transmite uma imensa nostalgia para os amantes dos anos 80’s. Quando vi a chamada da série na Netflix, logo percebi certa semelhança com algo que vi na infância, não estava errada, na verdade tem semelhança com quase todos os filmes que vi na infância. Logo no primeiro episódio vemos um grupo de garotos – Will, Mike,

Stranger Things

Lucas e Dustin – jogando dragons and dungeons no porão de casa. Os amigos nerds já nos mostram, bem no início,que a união é o forte da turma e que amigos não mentem. Em seguida, depois de apostar um quadrinho de X-Men com Dustin, Will desaparece misteriosamente, e esse é o motor da série, o primeiro de muitos mistérios que surgem. Dá pra perceber que as referências a cultura pop corre solta ao longo da história, e é isso mesmo, X-men, Star Wars, Senhor dos Anéis, Poltergeist, entre outros. E as referências vão além, a história é repleta de semelhanças com os filmes dos anos 80’s. Sem ter a

em-stranger-things-acontecimentos-estranhos-tomam-conta-de-uma-pequena-cidade-americana-apos-o-desaparecimento-do-filho-de-joyce-winona-ryder-1465495675440_956x500 premissa de ser algo original, a série se propõe a ser uma homenagem a filmes como: Goonies (1985), Alien (1979), Conta comigo (1986), Et – O extraterrestre (1982), Arquivo x (1990) e o atual Super 8 (2011). Pode-se dizer que Steven Spielberg, Stephen King, J.J. Abrams foram muito bem representados aqui. Mas porque a série é tão nostalgica e tão viciante? A ambientação dos anos 80, desde as roupas até a forma como era estruturada a família, o grupo de crianças que descobrem os mistérios primeiro do que os adultos, os adolescentes cheios de clichês que amamos e o suspense muito bem sustentado ao longo da história. A série envolve ficção científica, terrorCinePOP-Stranger-Things-3 e muito aventura. Agora sobre o elenco. É impossivel não se apaixonar pelo elenco mirim, e não lembrar dos filmes da infância quando eles entram em cena. Todas as crianças estão ótimas, principalmente Eleven (Millie Brown), a menina estranha que consegue com um olhar dizer tudo que precisamos saber. Winona Ryder, a mais conhecida do elenco, e que interpreta a mãe de Will consegue passar toda a dor de perder um filho e principalmente de ser uma mãe solteira a qual todos pensam que está louca. Se você é amante dos anos 80’s, se prepare para uma nostalgia de tirar o fôlego, já se você não se importa muito com referências, mas ama um suspense bem elaborado, personagens cativantes e ótimos efeitos especiais, pode preparar o sofá e a pipoca pra maratonar essa série.

Por Julieta: Camila Matias

 

 

 

Livro: A Última Carta de Amor

CAPA-A-Última-Carta-de-AmorTítulo: A última carta de amor

Autor: Jojo Moyes

Editora: Intrínseca

Número de páginas: 378

Lançamento: 2012

Pontuação: ❤ ❤ ❤ ❤ ❤

 

Sinopse: Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento. Com personagens realísticos complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico.

Jojo Moyes, mais uma vez, desperta nossa atenção e tira nosso fôlego com uma história de amor arrebatadora, ou melhor, duas histórias, nos fazendo mergulhar na vida dos personagens e nos prendendo até a última página. Confesso que eu “comi” o livro rsrs. Como eu já havia lido outros dois livros de Moyes – Como eu era antes de você e Um mais um (próxima resenha!) – já sabia que não podia esperar menos que o melhor desse livro.

A trama possui duas protagonistas – Jennifer Stirling, que vive na década de 60, e Ellie Haworth, que vive nos anos 2000. O livro é dividido em três e a maior parte dele gira em torno de Jennifer. Quando comecei a ler achei meio confuso, já que os capítulos vão se alternando em como era a vida de Jennifer antes e como ficou depois do acidente, então é bom prestar um pouco mais de atenção para entender a história. Mas mesmo assim, a leitura não é difícil, é leve e fácil de se situar nessa questão do tempo. Uma coisa que também chamou bastante minha atenção é que entre um capítulo e outro vem trechos de cartas, mensagens de amor de pessoas que própria autora pesquisou para acrescentar ao livro.

Estarei na plataforma 4, às 19h15, sexta – feira à noite, e nada no mundo me faria mais feliz do que você encontrar coragem para vir comigo.

Saiba que você tem meu coração, minhas esperanças, em suas mãos.

Seu, B.”

A história fala sobre as idas e vindas do amor, sobre traições e sentimentos que podem durar o resto da vida e as “loucuras” que fazemos para viver tais paixões. A autora também nos presenteia com duas personagens distintas e como o papel da mulher na sociedade mudou com o passar dos anos. Além disso, Jojo Moyes consegue fazer com que essas duas mulheres se cruzem, mudando o rumo de suas vidas para sempre.

Super recomendo o livro e garanto que a leitura será ESPETACULAR!!!!!!

 

Por Julieta: Renata Guimarães

Filmes: Selma – Uma Luta pela igualdade

Selma

Lançamento: 5 de fevereiro de 2015

Duração: 2 horas e 8 minutos

Gênero: Drama, Biografia

Elenco:  David Oyelowo, Tom Wilkinson, Carmen Ejogo

Direção: Ava DuVernay

Pontuação: 🌟 🌟 🌟 🌟 🌟

Sinopse: O filme é a biografia de Martin Luther King (David Oyelowo), que em 1965 liderou a Marcha pelos Direitos Civis desde a cidade de Selma, no interior do Alabama, até a capital Montgomery. A campanha buscava a igualdade de direitos eleitorais para a comunidade afro-americana. 2 indicações ao Oscar 2015: Melhor Filme e Melhor Canção Original (“Glory”, por John Legend e Common).

Sou suspeita de falar da minha admiração pela história do pastor e ativista Martin Luther King. Quando lemos ou vemos filmes que relata a história dos negros nos Estados Unidos, percebemos que mesmo que se tirem as correntes de um escravo, não quer dizer que lhe deram, de fato, a liberdade. Não só nos EUA mas aqui no Brasil os negros lutaram, e ainda lutam, por igualdade e direitos. O que mais me admira em Luther King e o fato de um pastor protestante se colocar politicamente para defender aqueles que são ignorados pela sociedade e discriminados, simplesmente pela cor da pele. King não lutava apenas pela igualdade de direitos dos negros, mas também por uma sociedade pacifica, e era isso que ele produzia em seus discursos e sermoes, a luta pacífica. O filme Selma, mostra exatamente um líder sábio em seus discursos, porém humano e que em várias vezes se vê com dúvidas na hora de tomar decisões. Selma conta uma pequena parte da história de Luther King. Os negros enfrentam barreiras para ter o direito ao voto. Logo no início do filme vemos uma cena em que uma senhora negra é obrigada a responder perguntas desnecessárias para conseguir se inscrever como eleitora, e mesmo acertando as resposta, não consegue obter o seu direito. O filme mostra a relação de King com os políticos dos EUA e seus argumentos do porque a luta desta população é importante, em contra partida vemos o argumento destes políticos elegendo outras “prioridades políticas” que sobrepõem o direito ao voto dos negros. Não só as questões políticas são abordadas no filme mas também a relação de King com sua esposa e seu papel como líder. O filme possui cenas fortes, mas sem sensacionalismos. São cenas fortes e realistas, sem medo de mostrar o que a população negra passou para garantir seus direitos. É quase impossível não se emocionar e não se indignar em pensar que aquilo aconteceu e lembrar que ainda acontece em pleno século 21. A direção do filme é impecável, importante dizer que o filme é dirigido por uma mulher negra. Mas, além da direção e do roteiro o que brilha neste filme é a atuação de David Oyelowo como Martin Luther King, que infelizmente não foi indicado ao Oscar de melhor ator, assim como a diretora do filme que ficou fora das indicações. Porém o filme ganhou o Oscar de melhor canção original, e tenho que admitir que tanto nos créditos finais, quanto na apresentação do Oscar, essa música emociona qualquer um. Não tem como falar muito desse filme, é um filme pra ser sentido além de visto. Segue a apresentação da música Glory no Oscar 2015

Por Julieta: Camila Matias

Meus 10 casais preferidos do cinema

Hoje o QDJ está em clima de romance, e pensando nisso listei meus 10 casais favoritos que já apareceram nas telonas, então vem comigo:

 

Will Traynor e Louisa Clark

Como eu era antes de você

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Sei que ainda não estrou nos cinemas, mas esse casal que nos fez ter diversas emoções e ao chorar ao ler o ultimo capítulo do livro não podia ficar de fora como um dos meus casais favoritos. A luta de Louisa para fazer com que Will mude de ideia e não busque na morte o escape para sua dor é emocionante, apesar do final não ser como ela nem nós esperávamos.

Caleb Holt e Catherine

À prova de fogo

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Caleb é um profissional exemplar e tem como princípio nunca deixar seu companheiro para trás numa situação de perigo. Vendo seu casamento fracassar ele aceita de seu pai fazer o desafio do amor. Assim Caleb tem 40 dias para salvar seu casamento e faz de tudo para conseguir. Apesar de uma resistência de sua esposa, no final todo esforço e dedicação valem a pena e eles tem o final esperados por todos, uma linda reconciliação

 

Holly e Gerry 

P.S. Eu Te Amo

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Após a morte de Gerry, Holly fica sem rumo e direção, entrando em uma profunda depressão. Então ela descobre cartas deixadas pelo seu amado esposo antes de partir, o que a levam a dar um novo sentido em sua vida. Esse casal nos mostra que o amor e carinho vai além da vida e que todos merecem um novo recomeço.

Margaret Tate e Andrew Paxton

A proposta

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Esse casal  fez muita gente dar muitas risadas ao se meterem em diversas confusões. Para não se deportada  ela tenta enganar a imigração inventando um casamento de fachada com seu assistente. O pior que a família do “noivo” quer conhece – la o que levam a entrar em muitas enrascadas e no final um amor passa a surgir.

 

Page e Leo

Para sempre

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Casados e felizes vem suas vidas serem transformadas, após um terrível acidente, que leva parte da memória de Page embora. Fazendo com que ela esqueça de Leo, o que faz com que ele tenha que reconquista la novamente, o que não parece uma tarefa muito fácil, pois ela parece estar bem diferente após o acidente. O final fica a gosto da imaginação de cada um.

Katharina e Patrick

10 coisas que odeio em você

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E quem não se apaixonou pelo casal nada convencional  Katharina e Patrick, com eles podemos perceber que não existe casal perfeito.  Contratado para conquistar Katharina para que sua irmã possa namorar Joey, Patrick acaba se apaixonando pelo seu jeito de ser.

 

Henry Roth e Lucy Whitmore

Como se fosse a primeira vez

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Quem nunca quis alguém que a conquistasse todos os dias? Bom podemos dizer que  Henry Roth sabe muito bem como fazer isso, não é mesmo? Ao descobrir que a mulher por quem estava apaixonado sofria por falta de memória de curto prazo, faz de tudo para conquista lá todos os dias para poder ficar ao seu lado

Landon e Jamie Sullivan

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Ambos com personalidades e pensamentos diferentes um do outro, fizeram muita gente se apaixonar   e chorar com um final não desejado, porém inesquecível.

Vada e Thomas

Meu primeiro amor

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Vada e Thomas são melhores amigos e essas duas crianças nos mostram a descoberta de um amor puro e simples e que fez muita gente se derreter ao darem o primeiro selinho um no outro.

Alex e Rosie

Simplesmente acontece

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Depois de assistir esse filme e derramar muitas lágrimas, chego a conclusão que o amor pode estar mais perto do que imaginamos. Rosie e Alex parecem que nunca terão seu felizes para sempre, depois de separados seus caminhos e prioridades são outros, apesar de nunca se afastarem um do outro, se comunicam sempre através de mensagens. E para alegria de todos os amantes de um bom romance, no final Alex vai atras de Rosie e finalmente ficam juntos.

E que tal, nesse dia assistir um desses casais com alguém especial?

Então prepara a pipoca!

Feliz dia dos namorados!

Por Julieta: Thays de Oliveira 

 

Séries: Jane the Virgin

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Gênero: Comédia romântica

Duração: 42 minutos

Nº de episódios: 22 episódios

Elenco:  Gina Rodriguez, Justin Baldoni, Jaime Camil, Yael Grobglas, Andrea Navedo, Brett Dier

Premiações: Globo de ouro de melhor atriz em série de comédia ou musical 2015/ People’s Choice Award: Nova Série Cômica 2015

Status: Renovada

Não tem quem não goste de uma novela mexicana não é? Imagina uma série com o tom novelesco, com direito a narrador com sotaque espanhol? Jane The Virgin, ou Jane a virgem, consegue nos prender a cada episódio, seja pelos personagens mega engraçados ou pelos suspenses e mistérios ao longo da trama.

Chapter Fifteen

Sinopse: Quando Jane (Gina Rodriguez) era mais nova, a avó dela a convenceu de duas coisas: telenovelas são a melhor forma de entretenimento, e mulheres devem proteger a virgindade a qualquer custo. Agora, aos 23 anos, a vida de Jane tornou-se tão dramática e complicada quanto as telenovelas que ela sempre amou, após uma série de surpreendentes eventos que fizeram com que ela fizesse, acidentalmente, uma inseminação artificial.

jane3Jane é uma jovem de 23 anos que está acabando a faculdade e sonha em ser escritora. Mora com sua mãe e sua avó em Miami e trabalha como garçonete em um dos hotéis mais famosos da região. Jane também está noiva de Michael, um deteve que é completamente apaixonado por ela, tão apaixonado que decide esperar até o casamento para ter relações sexuais com Jane, que prometeu a sua avó e a si mesma se manter virgem até o casamento, convenhamos que isso não é fácil, ainda mais para uma mulher de 23 anos. Jane tem todo seu futuro devidamente planejado e quase agendado, Jane é super perfeccionista. Tudo parece estar perfeito, até Jane ir a uma consulta no ginecologista e acidentalmente passar por uma inseminação artificial, e depois descobrir que está grávida do seu chefe, Rafael, o dono do Hotel ondejane-virgin-season-1-spoilers trabalha. Como explicar ao mundo que Jane é uma grávida virgem? Pois é, já sentiu o novelão que é essa história né?! E é nesse clima de novelão mexicano que a trama se desenvolve, além da gravidez inesperada, a série tem triângulo amoroso, criminosos disfarçados, vilã a lá Maria do Bairro e ainda ator de novela mexicana. Mas todo esse clima é regado de muita comédia. A série brinca com o tom novelesco o que a faz ser leve e cativante. As atuações são incríveis, principalmente de Gina Rodrigues, intérprete de Jane que nos faz rir e se emocionar a cada episódio. A série também tem participações

Jane The Virgin -- "Pilot" -- Image JAV100b_0289 -- Pictured (L-R): Gina Rodriguez as Jane and Andrea Navedo as Xiomara - Photo: Greg Gayne/The CW -- © 2014 The CW Network, LLC. All rights reserved.

especiais de alguns cantores como Britney Spears e Bruno Mars. Vale muito a pena acompanhar a história de Jane, que mesmo com todos os acontecimentos loucos que a cercam, decide levar sua promessa a sério, e se entregar ao homem que será dela por toda a vida. Vale lembrar que a série é produzida pela The CW e foi renovada para 3 temporada. Pode ter certeza que você irá dar muitas gargalhadas e muitos suspiros com essa série.

Por Julieta: Camila Matias

Você foi a melhor e a pior coisa que me aconteceu

 

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Estava na dúvida para conseguir definir os momentos que passamos juntos, não posso dizer que foi tudo perfeito, mas também não foi algo que me fizesse não querer ter vivido. Posso dizer que nossa relação pode ser comparada com uma gangorra, com seus altos e baixos, e fazendo uma análise de tudo chego a seguinte conclusão : Você foi a melhor e a pior coisa que aconteceu na minha vida!

Penso como seria minha vida se você não tivesse sentado do meu lado naquela praça no começo da primavera, pareceu tão natural aquele encontro inesperado que me fez sonhar acordada por dias, até que por coincidência nos encontramos novamente. Esse foi o inicio de uma relação intensa. Parecia que o tempo parava quando estávamos juntos, o mundo ganhava mais cor e os passarinhos pareciam ter um canto diferente, tudo era único ao seu lado.

Com o fim da primavera veio o fim para nós também, alias nem sei como isso aconteceu, um final sem despedida, não teve um ‘FIM’, como tem nos finais de novela, que mostra que todas as histórias acabaram, com final feliz ou não. Apenas cada um resolveu seguir seu caminho, seguir em sua própria estrada que não tinha lugar para dois, como você mesmo disse em meio a uma coleção de livros que escutavam em silencio aquela nossa última conversa.

Você foi a melhor e pior coisa que me aconteceu, porquê com você aprendi a colorir o céu em dias nublados, a dançar na chuva mesmo com guarda chuva na bolsa, a rir sem parar com as coisas mais simples, com você descobri  como me levantar depois de cair, de guardar as lágrimas quando dava vontade de chorar, a seguir em frente mesmo quando a minha vontade era de voltar a trás e correr para os seus braços.

Costumo dizer que sou como um livro e você foi um capítulo nele, em que chorei, sorri, fiquei com raiva e principalmente amei, perdidamente, amei.

Por julieta: Thays de Oliveira

Bibliando: Isaías 49;15

“Será que uma mãe pode esquecer do seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que gerou? Embora ela possa se esquecer, eu não me esquecerei de você!”

(Isaías 49;15)

Ainda não sou mãe, mas imagino o quão grande deve ser esse amor que começa a nascer dentro da gente ao descobrir que estamos gerando dentro de nós uma vida. O amor vai aumentando a cada dia, até que o grande dia chega e damos a luz a um ser pequeno e frágil. Contudo existem aquelas que abandonam seus filhos, simplesmente não querem saber de sua existência. E é assim que nos sentimos muitas vezes durante nossa caminhada, esquecidos e abandonados, parece que ninguém vê nosso sofrimento e nem se importa conosco. Mas então é nesse momento que encontramos o amor de Deus, que nunca nos deixou e nem nos deixará, pode o mundo todo nos esquecer, mas ele sempre estará nos guardando e cuidando de nós. E é nesse momento que como um bebê nós ficamos quietinhos no colo do Pai, esperando tudo passar, mas com uma única e inabalável certeza, que Ele sempre estará do nosso lado.

Por julieta : Thays de Oliveira